Curso sobre operações de paz: inscrições encerradas

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Foram encerradas, a 0h do dia 11, as inscrições para o processo seletivo do curso de extensão “Operações de Paz e Policiamento Internacional”, oferecido pelo Viva Rio em parceria com a Senasp. Os participantes selecionados receberão um email no dia 20 de maio com instruções mais específicas sobre o curso.

O Viva Rio, em parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), está lançando o primeiro curso sobre operações de manutenção da paz e policiamento internacional integralmente em português, online e oferecido para civis e policiais mesmo que não venham a ser selecionados pelo governo para participar destas missões. O curso busca oferecer um primeiro olhar sobre o maior envolvimento do Brasil nas relações internacionais, com o objetivo de atender à crescente demanda por informação qualificada na área.

O Brasil participa de missões internacionais desde a primeira vez em que as Nações Unidas decidiram enviar observadores militares e tropas para o território de outros países, em 1948. Na década de 1990, as missões da ONU aumentaram em número e tiveram seus objetivos ampliados – desde então, a América Latina se destaca como sub-região que busca responder aos novos desafios.

Neste contexto, o Brasil tem papel de destaque na Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH), iniciada em 2004, onde mantém o maior contingente militar e também a liderança política da missão.

Ao final do curso, os participantes estarão capacitados a: compreender as dinâmicas e identificar os principais atores dos conflitos armados contemporâneos; analisar os principais pontos do Sistema das Nações Unidas; enumerar as características das missões de manutenção da paz multidimensionais, bem como os limites e as oportunidades de cooperação entre os diferentes atores no terreno; reconhecer a importância dos dDireitos humanos e Direito Internacional Humanitário, aplicados ao contexto de uma missão de paz, assim como noções sobre relações de gênero e proteção às crianças; ampliar o conhecimento a partir de temas relacionados à prática do policiamento internacional, como resolução pacífica de conflitos, policiamento comunitário, controle de multidões, etc; e compreender a dinâmica política interna do Haiti e a estrutura da MINUSTAH no passado, no presente bem como as principais tendências para o futuro.

O curso é voltado para profissionais brasileiros classificados como civis para a ONU, em suas atividades nas missões de manutenção da paz, tais como: policiais; representantes governamentais; psicólogos, advogados, profissionais da mídia, bacharéis em Direito, Relações Internacionais, Ciências Sociais e áreas afins; integrantes de ONGs; e demais operadores e interessados em segurança pública, segurança internacional, direitos humanos e operações de manutenção da paz.

O curso é gratuito e será oferecido entre 2 de junho e 20 de julho pela Rede de Educação à Distância do Ministério da Justiça (Renaesp). As inscrições podem ser feitas até o dia 10 de maio para o e-mail eduarda@vivario.org.br ou pelos Correios. Veja detalhes sobre documentação e endereço para envio da documentação no edital.

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Esclarecimentos sobre o processo seletivo para o curso de Operações de Paz e Policiamento Internacional (Viva Rio/SENASP):

1) a inscrição no curso não dá ensejo à obtenção da Bolsa Formação;

2) o item 4 do edital indica que poderão se inscrever oficiais OU portadores de diploma de educação superior (o que inclui não-oficiais com diploma de graduação).

Mais informações sobre o curso

Edital completo do curso

Comentários

incrição curso

Estou me escrevendo em curso pro esta convicente de que todos os proficionais bem capacitados tende de estar de bem com sigo mesmo e com a sociedade, não sendo capas de errar pro pouco e sim acertar em situações que necessitam da sua esperiencia.

Inscrição no curso

Quero me inscrever no curso sobre operações de manutenção da paz e policiamento internacionalcom faço.

Não dá para acreditar!

Prezados, boa noite.

Não consigo acreditar que em pleno Século XXI, com tantas matérias que analisam o atual cenário policial brasileiro e questionam o atual sistema policial, eu, Soldado da Polícia Militar de Minas Gerais, Engenheiro de Telecomunicações, fluente em português, inglês e que consegue comunicar-se em espanhol, com experiências internacionais, não possa participar do curso de Missões de Paz. ABSURDO! Porque somente Oficiais? Somente eles deslocam e são empregados em missões dessa natureza? Praças de polícia, muitas das vezes, são mais bem preparados e qualificados que Oficiais de polícia e são a linha de frente em qualquer missão. Para tal, precisam de espaço e qualificação.

Que fique registrado o meu protesto.
Não é assim que iremos avançar com a segurança mundial. Progridam mentalmente e vençam essa barreira discriminatória!

absurdo

mais uma discriminação com os praças, vejo muitos de nós com enorme capacidade de gestao e produção, mas, que faltou oprtunidade de ascensão profissional e educacional. E quando temos interesse de melhorar nosso nivel de conhecimento e nos engajar em uma melhor posição fecham as portas e as trancam de cadeado.
impressionante.

PROTESTO. Como se mudam paradigmas desta forma???

Sgt Salustiano - Polícia Militar de Brasilia

Eu gostaria de me solidarizar com o colega que se manigestou indignado pelo fato de só OFICIAIS na POLÍCIA MILITAR e no CORPO DE BOMBEIROS poderem participar do Curso.

Interessante como nossa sociedade chega ser tão hipócrita, afinal combate-se a segregação, no entanto vela-se a mesma segregação nas Instituições supramencionadas quando pretere-se as praças em relação aos oficiais.

Qual é a justificativa para desqualificar-se um policial que não faça parte dos quadros de oficial?

Isso é realmente absurdo.

Eu já havia mandado toda a documentação solicitada pelo Edital quando me deparei com esta informação absurda.

Vamos rever isso. Não é plausível que um curso deste nível fique adstrito aos oficiais em detrimento das praças.

Fica TAMBÉM O MEU PROTESTO. Os princípios isonômicos constitucionais parecem estar sendo utilizados neste caso para diferenciar, não é?

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem é cidadão no Brasil? Quem faz a História?

Podemos pensar, no entanto, que palavras como cidadania são utilizadas diariamente na mídia pelos governantes, pelas pessoas em geral, sem percebemos mudanças alguma no nosso cotidiano.Cabe-nos, porém , (cabo, sargentos e subtenentes da POLICIA MILITAR E DO CORPO DE BOMBEIRO MILITAR) como cidadãos que somos, perseguir utopias como essas - democracia,cidadania - para que, como cidadãos e seres humanos, nos sintamos discriminados por "viver e termos a vergonha de sermos discriminados e humilhados"... Em outras palavras, cabe a todo profissional , principalmente aquele que trabalha com a segurança pública, pensar sobre a sociedade em que vive; sobre as contradições que o cercam.Nesse sentido, é bom verificarmos o que diz Gnerre:" Segundo os principios democráticos, nenhuma discriminação dos indivíduos tem razão de ser, com base em criterios de raça, religião,credo politico.A única brecha deixada aberta para a discriminação é aquela que se baseia nos critérios da educação(1987, p.18).É por isso que os cidadãos, apesar de declarados iguais perante a lei,são,na realidade, discriminados já na base do mesmo código em que a lei é redigida. A maioria dos praças da Policia militar e Bombeiro não tem acesso a informação, ou, ás vezes , têm uma possibilidade reduzida de acesso, constituída pelas organizações e pela "norma pedagógica" ali ensinada. Fico indignado com O VIVA RIO, que preza pela formação da cidadania, como deixou esse edital do curso de operações de paz , passar com esses critérios.

Uma falsa segurança!

Sou Policial Civil do MA e me solidarizo com os companheiros da PM. É notório que esse cursos tem tudo para fracassar. Como pode em plena inclusão social, e aí está no contexto a formação dos profissionais de segurança acessar cursos de capacitação profissional. É vergonhoso e fica cada vez mais evidente que há sim um favorecimento a oficiais em detrimento dos demais de patente inferior. A pequena menoria de oficiais fazem por merecer, mas infelizmente a grande maioria negociam seu "prestigio" de comandante em troca de sgurança, quase que privada, para comerciantes e a sociedade que justifica toda a formação, cursos e mais cursos fica a merce da ausencia da Polícia. O curso é ON LINE pode sim ser ampliado aos demais, pois não oneraria a intituição. No MA o governo faz campanha eleitoral com programa federal e que deveria ser proibido tal manifestação de titularização de programas básicos de segurança.

Viva Rio lança curso online sobre operações de paz

Faço minhas as palavras dos colegas Salustiano e Garção. Sou também praça, mais especificamente soldado da Polícia Militar de Sergipe, jornalista formado e pós-graduando e não entendo porque limitar a participação no curso a oficiais. Desse jeito a única opção é me inscrever como civil, no caso, jornalista que sou. E olhe que conheço soldados, cabos, sargentos e subtenentes ainda muito mais aptos e merecedores de concorrerem a um assento nesse curso.

curso da paz

como podemos vislumbrar paz se um curso que visa tratar do tema inicia-se com a discriminaçao que é um dos meios de maior expressão de violência, sou aluno do curso de direito estou no 4° semestre, o tema é de grande interesse pessoal e profissional, mas não sou oficial.

Protesto -

Gostaria de solidarizar-me com os colegas acima.
Sou 2° Sgt da Policia Militar de Minas Gerais, Graduação: Bacharel em Letras com habilirtação Portugues/Inglês, falo inglês fluente e ao ler o edital do referido curso, deparei com essa restrição, ficando frustrado em não poder participar do processo de seleção.
Acredito que a direção dessa tão respeitada ONG, irá tomar conhecimento de tamanha injustiça com as praças de policia e retificar o Edital, estendendo as praças de policia militar possuidoras de curso de graduação.
Fica aqui registrado meus sentimentos.

NÃO ACREDITO!

COMO "VIVA RIO" TRATA OS POLICIAIS...QUEM FAZ SEGURANÇA PÚBLICA SÃO OS PRAÇAS E NÃO OS OFICIAIS, ELES CUIDAM DE ASSUNTOS ADMINISTRATIVOS E GERENCIAIS E FAZEM MUITO MAL AINDA...PQ FORAM FORMADOS PARA SÓ MANDAR E NÃO FAZER E TER INICIATIVA..ESTÁ DE PARABENS ESTÁ ENTIDADE QUE ESTÁ PREOCUPADA COM CONFLITOS INTERNACIONAIS E PROMOVEM CONFLITOS INTERNOS...

inscrição

Gostaria de saber como faço pra me inscrever via e-mail para esse curso?

curso sobre operação de paz

Gostaria de parabeniza-los pela criação do presente curso on line, que pode oferecer novas visões a aqueles que não podem adquirir cultura, pelos imperativos sociais e economicos, já que a maior forma de libertação é pelo esclarecimento, pelo estudo e aquisição de cultura, no entanto, também quero deixar registrado meu protesto, já que não há paz com discriminação, não há paz com preconceito, não há fraternidade com tratamento desigual.
Tudo isto, porque o curso só é dirigido a policiais militares na patente de Oficial, e as Praças???? Porque não podem se inscrever no curso, o por quê do separatismo, será que o oficial é quem integra as operações de paz pelo mundo???
Será que um Praça das policias militares capacitado, devidamente motivado e valorizado, não atenderia melhor seu povo para demonstrar aquilo que lhe é oferecido???
O instituto Viva Rio deixou se engendrar pela má politica que relega o praça das instituições Policiais Militares a segundo plano, o que vem sendo a maior causa de tudo que é mau por parte de uma classe que se sente cada vez mais excluida, menos prezada e sem auto estima....
É triste ver que se prefere ministrar um curso de tamanha magnetude a um simples bacharel, do que a um policial militar bacharel, este ultimo porque é Praça!

Fiz minha inscrição assim mesmo, sou Praça, sou digno, estudei, tenho nivel superior a custo de meu suor e o quitei com meu baixo salario, mas nunca perdi minha dignidade dentro e fora da instituição policial.

estou com vc !!!

Fernando parabéns pelo seu comentario, estou com vc e também fiz um comentario sobre esta questão, como pode haver paz com discriminação????

Protesto:

discriminatória!!!!!!
O meu protesto,esta diante das palavras que o Viva Rio esta fazendo com os praças de todo o Brasil, diante da nossa segurança, e esta segurança que o Rio esta preparando para receber a copa do mundo em 2014.

Vagas para todos.

Oi. Sou Agente de Polícia Civil e gostaria muito de fazer o curso também.

Entendo o sentimento dos praças, e concordo com os esclarecimentos prestados aqui e na página do vivario.org. A igualdade constitucional foi respeitada.

Ainda bem que o mal entendido foi esclarecido, e os praças terão direito de pleitear uma vaga também. Entretanto, o edital que recebemos da Senasp acerca do curso, deixou essa dúvida, o que certamente causou frustração nos praças, e consequentemente desestimulou muitos a tentarem uma vaga.

Um abraço a todos, e espero que consigamos uma vaga.

Discriminação

Bom dia a todos e parabens aos Praças, que assim como eu se indignam e protestam por seus direitos, numa sociedade exclusivista onde se valoriza somente o status e não a capacidade
idivídual de profissionais que buscam maiores conhecimentos técnicos para o mister de de suas funções. Estou como 3º Sargento de Polícia Militar, com mais de vinte anos de serviço e vejo as questões de segurança pública serem tratadas por especialistas, doutores, mestres, pesquisadores e outros que a enxergam somente do ponto de vista teórico, quando existe uma oportunidade de que através de um curso de qualificação, possa haver uma interação com profissionais que realmente praticam segurança pública no dia a dia e a eles é negado o acesso por questões que imagino ser um paradigma que precisa ser vencido, de que Praças são menos qualificados do que Oficiais é sinal de que nem a própria instituição que se diz contra a violência,está preparada para combatê-la, ao praticar outra maior ainda, que é a discriminação. Me solidarizo com todos os profissionais que independente de questões institucionais, buscam o constante aperfeiçoamento profissional, para bem servirmos a comunidade na qual também estamos inseridos.

De professor a Policial

Há algum tempo lí um texto publicado na revista Força Policial (Polícia Militar do Estado de São Paulo) onde um professor de direito nos Estados Unidos, que também era juíz foi desafiado por um de seus alunos que era policial, que ele somente saberia lidar com situações de segurança se as vivenciasse. Aceito o desafio ele ingressou na força policial, tida como a mais competente daquele país, onde passou por todo treinamento exigido a qualquer candidato e relatou o que viveu e sentiu na pele como Policial. A primeira ocorrência foi num bairro conturbado, onde foi atender uma ocorrência de uma briga em um bar, acostumado a admoestar seus alunos pediu ao colega que o deixasse resolver a situação, quando então foi agredido e entendeu que não bastava a sua experiência e o uso de uma farda, porque para alguns grupos a farda representa tudo o que eles mais odeiam. Em seguida fez amizade com um motorista aposentado que o acompanhava para o serviço enquanto fazia caminhada com seu cão e em determinado dia foi atender uma ocorrência em que o homem foi atingido por disparo de arma de fogo ao ser roubado e não ter dinheiro para os ladrões, ficou abalado psicologicamente e se afastou do serviço para se recuperar. Enfrentou uma ocorrência de troca de tiros que teve questões de segundos para decidir se regiria ou não, mas seria julgado por um de seus colegas que teria todo o tempo do mundo para julgar se a decisão foi correta ou não. Resumidamente foi isso que lí e comparando com nossa realidade nada deixa de ser diferente, exceto o lugar onde ocorreram os fatos e as diferenças culturais. Fazendo esta analogia fico muito consternado em saber que profissionais atuantes na área de segurança (Praças) que poderiam se aperfeiçoar e contribuir com suas experiências durante a realização deste curso, sejam impedidos de fazê-lo por questões de paradigmas.

INDIGNAÇÃO

Boa noite, assim como todos me sinto indiscriminado, marginalizado e sem reconhecimento,nós os PRAÇAS DE POLICIA, somos a comissão de frente nos enfrentamentos das mais variadas formas de disturbios, na hora em que o bicho pega somos nós os PRAÇAS que atendemos o telefone via 190, somos nós que deslocamos com as VTR até os locais das ocorências, somos nós que morremos das formas mais violêntas, que para a sociedade o risco é inerente a profissão e quando surge algo bom para nós, de uma forma quase irônica isso nos é tirado, gotaria de saber quem foi o autor dessa ideia mirabolante de deixar quem realmente preocupa com a tão falada "SEGURANÇA PUBLICA" de fora deste evento, pois os "OFICIAIS" sempre são indicados a fazerem certos cursos que na maioria das vezes não têem vontade, disposição e se quer sabem repassar aquilo que foi lhes dado para o conhecimento das tropas. Quero deixar aqui meu protesto e agradecer a VIVA RIO pela iniciativa. MUUUUUUUUITO obrigado. Sd PM Magno ( PMMG )

Ufa!!!! Vejam o esclarecimento da VIVA RIO...

Sgt Salustiano - Polícia Militar de Brasilia

Esclarecimentos sobre o processo seletivo para o curso de Operações de Paz e Policiamento Internacional (Viva Rio/SENASP):


1) a inscrição no curso não dá ensejo à obtenção da Bolsa Formação;


2) o item 4 do edital indica que poderão se inscrever oficiais OU portadores de diploma de educação superior (o que inclui não-oficiais com diploma de graduação).

Ainda bem.

Parabéns!!!!!

Parabéns aos organizadores por esta iniciativa de tentar melhorar a paz mundial. Sou policial do DF com muito orgulho e desejo muito cumprir essa missão com dedicação, zêlo e pelo amor que tenho a minha profissão. Que venham mais e mais cursos como este.

inscrição

Bom dia! Sou 2º SGT da PMMG e gostaria de saber a data do próximo Curso de Operações de Paz? desde já agradeço!

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