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Lições ‘glocais’ sobre jovens e violência

O Viva Rio lançou o Guia de boas práticas relacionadas ao COAV, que reúne 55 experiências de sucesso com crianças e jovens envolvidos com a violência armada em áreas sem guerra declarada. Durante o lançamento, que reuniu especialistas no tema, ficou claro que os problemas se repetem em diferentes lugares do mundo com suas características locais e que as soluções podem ser replicadas e adaptadas aos diferentes contextos.

Lei para caber mais uma beliche

Resolução do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária prevê o aumento em 30% da capacidade de presos nas cadeias que serão construídas para esvaziar as delegacias brasileiras. Celas deverão abrigar oito presos, e não mais seis, como previsto.

Mediação de conflitos nas delegacias do Paquistão

Para muitos paquistaneses, as delegacias de polícia não são mais lugares ameaçadores. Suas portas estão abertas não só para o registro de crimes, mas para aqueles que buscam soluções para seus problemas e aconselhamento jurídico. É o resultado do trabalho de Ali Gohar, que introduziu práticas tradicionais de resolução de conflitos em delegacias de polícia no Paquistão. "Eu modernizei uma tradição ancestral no país."

Desenvolvimento ou direitos humanos?

Em visita ao Brasil, o secretário-geral da Anistia Internacional Salil Shetty defende o direito à moradia e solidariza-se com moradores removidos de favelas sem a devida compensação. Ele anunciou que a organização abrirá um escritório no país com equipe e chefia formada por brasileiros

Drogas, por um debate aberto e sereno

No domingo (17), fui surpreendido pela capa do jornal A Folha de S.Paulo com os dizeres "Petista defende uso da maconha e ataca Big Mac". Como o petista, no caso, era eu, e minhas posições sobre política de drogas no Brasil são mais complexas do que a matéria publicada, achei por bem do debate público retomar o tema, com a seriedade e a profundidade que merece.

O quebra-cabeça do crime do Brasil

O economista Daniel Cerqueira, do Ipea, passou cinco anos buscando peças para montar as causas e consequências dos homicídios no Brasil e descobriu que as armas em circulação têm um peso enorme, especialmente quando associadas ao mercado ilícito de drogas.

Jonathan não tem tatuagem

As portas foram abertas por organizações da sociedade civil. As histórias foram reveladas pelos membros de gangues e suas famílias. As crônicas foram esccritas por cinco jornalistas, num exercício de imersão na violência juvenil na América Central. O resultado: um livro doloroso mas necessário, que fala da complexidade do problema e alerta para a necessidade imperiosa de mudança de mentalidade para afastar os estigmas.

Kibera: uma paz real e possível

Kibera, conhecida como a maior favela da África, e que serviu como cenário para o filme O Jardineiro Fiel, de Fernando Meirelles, vive dias de paz após servir de palco para a violência desencadeada depois das eleições gerais em 2007. Nessa entrevista, Nelly Njoki, coodenadora de programas da Amani Communities Africa, conta como ensinou a população da favela que fica em Nairóbi, capital do Quênia, a mediar seus próprios conflitos.

Menos armas, menos mortes

Na manhã desta quinta-feira (7), o jovem Wellington de Oliveira, 23 anos, entrou na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, Zona Oeste do Rio, e protagonizou um massacre nunca antes visto no Brasil: 12 adolescentes foram mortos e outras 12 pessoas ficaram feridas. Ele usava dois revólveres, um calibre .32, roubado há 18 anos de um civil, e um calibre .38, cujo número de identificação está raspado (o que dificulta o rastreamento da sua origem) e mais de 70 projéteis.

O modo asiático de reduzir a violência

A violência armada é um problema global que causa a morte de mais de 740 mil pessoas todos os dias. A Ásia não é uma exceção. Afeganistão, Mianmar, Paquistão, Filipinas e Tailândia são afetados por conflitos internos e que cruzam suas fronteiras, enquanto Bangladesh e Indonésia enfrentam o aumento da violência urbana por causa do crescimento do crime organizado. Nesse artigo, Subindra Bogati e Robert Muggah apontam formas de se prevenir e reduzir a violência na região.

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