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Mulheres em missão de paz

Entrevistamos a Tenente Coronel da PMDF Denise Dantas, veterana de missão de paz da ONU no Timor Leste, que esse mês começa seu segundo ano de missão em Guiné Bissau. Uma dos 4 policiais militares brasileiros em Guiné Bissau, Denise preparou para o dia da mulher um evento especial que toca em questões chave para a ONU e para a mulher, e mostra como já chegou ao coração da corporação policial naquele país.

Metas para a segurança

Mais de 11 mil policiais civis e militares do Rio de Janeiro receberão neste Carnaval um bônus entre mil e 3 mil reais por atuarem nas Áreas Integradas de Segurança Pública que alcançaram suas metas de redução de violência. O prêmio, que soma mais de R$ 15 milhões, será dobrado no próximo semestre, por ordem do governador Sérgio Cabral. Inspirado em experiências de empresas privadas, o Sistema de Metas e Acompanhamento de Resultados estimula a integração entre as polícias Civil e Militar.

‘A polícia é um indicativo da democracia’

Cristina Neme, coordenadora de Pesquisa e Análise de Informação da Senasp, mal sabia o que era segurança pública quando começou o curso de Ciências Sociais na USP em 1989, mas uma bolsa de iniciação científica a apresentou ao tema da violência institucional. Para Cristina, o controle externo da atividade policial é fundamental em uma sociedade democrática, mas a mudança de uma corporação como a polícia leva tempo e precisa acontecer de dentro para fora.

Argentina entrega suas armas

A partir de março, país reedita o Plano Nacional de Entrega Voluntária de Armas de Fogo, que entre julho de 2007 e dezembro de 2008 tirou de circulação 107.761 armas e  774.500 munições. Para especialistas, apoio da mídia é fundamental. Desafio é estrutura do Renar, administrado por associação que tem interesses diretos na produção e comércio de armas de fogo.

Formada 3ª turma do Curso de Operações de Paz

O Viva Rio está divulgando a listagem dos 100 participantes da terceira turma (ciclo 21) do curso de extensão “Operações de Paz e Policiamento Internacional”, realizado através da parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP).

Um momento para reflexão e ação

Alguns aniversários proporcionam uma ocasião para celebração, outros um  momento de reflexão, outros ainda um tempo para a ação. Em junho completará 40 anos desde que o presidente Nixon declarou uma "guerra contra as drogas", identificando o abuso de drogas como "inimigo  público número 1". Tanto quanto eu sei, não há celebrações sendo planejadas. O que é necessário, e mesmo indispensáveis, são
reflexões e  ação.

Alternativas para a violência no Burundi

Sociedades que sofreram o impacto da violência armada geralmente têm dificuldade pra encontrar o caminho do desenvolvimento. De acordo com as Nações Unidas, dos 34 países que estão mais longe de alcançar os Objetivos do Milênio, 22 deles estão saindo de conflitos armados. Isso mostra que a violência armada é tanto causa como consequência do subdesenvolvimento.

Violência do narcotráfico é pior em alguns países

Por que há países produtores de drogas ilícitas que não apresentam os mesmos níveis de violência que outros? O economista colombiano Francisco Thoumi, que estuda o fenômeno do narcotráfico e sua relação com a violência, fala das características sociais vulneráveis à violência do crime organizado em países como Colômbia e México.

Portas abertas para a construção da paz na Somália

Celestin Nkundabemera, diretor de programas do American Friends Service Committee (AFSC), na Somália, conta ao Comunidade Segura um pouco sobre seu trabalho de auxílio os esforços de construção de paz no país. A atuação da organização inclui mediar conflitos, ajudar jovens a iniciarem seus próprios negócios, reativar poços de água e envolver mulheres em sua gestão e se ocupar de pessoas em campos de refugiados, dando-lhes uma nova perspectiva de vida.

Operação para botar ordem na casa

Delegada defensora dos direitos da mulher, Marta Rocha será chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro. Ela substitui Allan Turnowski, que não resistiu no cargo cinco dias após a crise na segurança pública deflagrada pela Operação Guilhotina, da Polícia Federal, e deverá ser indiciado por vazamento de informação. A queda do chefe de polícia também foi motivada pela sua ordem para investigar a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), à revelia do secretário de Segurança. Para especialista em segurança pública, a Polícia Civil passa por um “processo de autofagia institucional”.

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